A LUTA CONTINUA!


"HÁ VITÓRIAS QUE EXALTAM, OUTRAS QUE CORROMPEM; DERROTAS QUE MATAM, OUTRAS QUE DESPERTAM."
Antoine de Saint-Exupéry

sábado, 20 de setembro de 2014

DE: PIADA

E NO "BANCO DO PAU MOLE"...

Três velhinhos (Carlão, Toinho e Viegas) conversavam animadamente no "banco do pau mole", no centro da cidade de Jardim do Seridó.
O primeiro disse:
- Tenho 75 anos mas estou em plena forma. Só o meu estômago é que anda rateando um pouco. Outro dia comi uma feijoada lá no 'bar de Birino', acompanhada de umas e outras caipirinhas. E depois me senti meio pesado, sonolento...
- Pois eu tenho 78 e também estou legal, mas acho que minhas pernas andam fraquejando. Ontem eu joguei uma pelada, depois nadei uns três quilômetros lá no açude Zangarelhas.  À noite, minhas pernas estavam relativamente doloridas. Disse o segundo.
E o terceiro...
- Já eu, que tenho 80 anos, não sinto esses problemas. Mas minha memória está começando a falhar: ontem de madrugada, eu bati na porta do quarto da empregada. Ela acordou assustada e falou: 'Que é isso, Seu Viegas? Quer dar mais uma?!
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VAIS NESSA?...


POESIA POPULAR NORDESTINA

UM PASSO ADIANTE
Por: Primo Poeta
 
Ensinei como mudar
Mas passei despercebido; 
Quase nada foi perdido
E pretendo retornar.
Quiseram me apedrejar
Segui sem olhar pra trás...
Vou entrar para os anais
Com meu fraco sobrenome,
Sem deixar morrer de fome
Quem seguir meus ideais.
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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

BRASIL: SOBRE O PROPINODUTO NA PETROBRAS

Do: Blog do Kennedy
Postado por: ISABELA HORTA

Costa complica versão do governo sobre Pasadena 

 

A revelação de que o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, teria recebido R$ 1,5 milhão de propina na compra da refinaria de Passadena deixa o governo em situação complicada em plena campanha eleitoral. Essa informação desmonta a versão da estatal de que a compra teria sido apenas um mau negócio. Mostra que houve corrupção no processo e que o prejuízo bilionário foi intencional.
Outro tema do “SBT Brasil” desta sexta-feira foi a pesquisa Datafolha, que indicou vantagem de sete pontos da presidente Dilma Roussseff (PT) sobre Marina Silva (PSB) no primeiro turno. A candidata petista tem 37% sobre 30% da adversária. Na segunda etapa da eleição, as duas estariam empatadas: Marina com 46% e Dilma com 44%. A pesquisa também revelou uma reação de Aécio Neves (PSDB). Ele cresceu dois pontos e registrou 17%.
Seria muito difícil Marina resistir aos ataques que vem sofrendo do PT e PSDB. Mas a ex-senadora mantém uma dianteira folgada sobre Aécio. A campanha do PSB acredita que ela chegará com força suficiente no segundo turno para enfrentar Dilma.
A estratégia do PT é aproveitar a enorme vantagem do tempo na propaganda política que possui neste primeiro turno para tentar enfraquecer Marina ainda mais. É que, no segundo turno, os tempos de TV e rádio são iguais. Isso permitiria a Marina rebater ataques com mais eficiência.

VELHOS E NOVOS TEMPOS


BIRA VIEGAS PELOS BARES DA VIDA...

DE: PIADAS

  OITO ELEITORES 
Joãozinho, chega cedo ao colégio e diz à professora:
— 'Tia' lá em casa nasceram oito cachorrinhos e todos vão votar na Dilma!
— É mesmo? Que bom Joãozinho. Diz a professora.
Uns quatro ou cinco dias após, Joãozinho novamente chega à professora e diz:
— Tia lá em casa nasceram oito cachorrinhos e apenas quatro vão votar na Dilma!
Então a professora intrigada pergunta:
— Ué? Não eram oito à votar na Dilma?
— Eram, mas quatro já abriram os olhinhos!


 MINEIRINHO NA HORA DO SEU PRIMEIRO 'SAPECA IAIÁ' 
O mineiro, ia se casar, e a família da noiva insistiu que passassem a primeira noite, na casa dos pais da noiva. 
O mineiro concordou, mas o problema é que ele era virgem, e morria de medo de falhar ou não saber direito como funcionar na primeira noite. Resolveu esconder uma garrafa de pinga embaixo da cama, no quarto em que iam ficar, para criar coragem na hora do 'sapeca iaiá', e não falhar.
Terminada a festa de casamento, os dois forma pro quarto. Mal entraram no quarto, os pais da noiva foram para o quarto ao lado, para ouvir os acontecimentos, pois na casa não tinha forro, e tudo que se passava num quarto, era ouvido no outro.
Assim que a noiva foi ao banheiro se arrumar, o mineirinho enfiou a mão embaixo da cama e pegou a garrafa de pinga. Quando foi tomar um gole, percebeu que a garrafa estava vazia, e gritou!
- Eita! Já mexeram aqui!
No que o pai da noiva gritou do outro quarto:
- Mexeram não, meu filho! É que as muié da nossa família são larga mermo!

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

RIO GRANDE DO NORTE: A POLÍTICA


AZAR NO DIA 13 
 
Miguel Seabra Fagundes, quando interventor do Rio Grande do Norte foi a Parnamirim
esperar o Sr. Ubaldo Bezerra, que vinha do Rio de Janeiro para sucedê-lo na
Interventoria. Tendo assumido a Chefia do Executivo potiguar, logo após a derrubada do
Estado Novo, o Desembargador Seabra Fagundes, com rigorosa imparcialidade,
presidira, no Estado, as eleições  presidenciais de 2 de dezembro de 1945. Estava, agora,
ansioso para livrar-se do Poder.
Ainda no salão do aeroporto, falando baixo, confidenciava:
- Ubaldo, amanhã vou lhe passar a Interventoria.
- Não, de jeito nenhum! Amanhã é 13, dia de azar. Vamos deixar para daqui a uns três dias.
Depois de insistir, mostrando-lhe a inconsistência da superstição popular e já anunciada
na imprensa a solenidade de posse, Ubaldo concordou. E recebeu no dia 13 de fevereiro
de 1946, com a solenidade protocolar, a Interventoria do Estado.
Iniciava-se, então, uma das mais disputadas campanhas eleitorais para o Governo do Rio
Grande do Norte. De um alado, o PSD com o seu candidato, o Dr. José Augusto Varela. Do
outro, o Desembargador Floriano Cavalcanti de Albuquerque, apoiado pela UDN, e o PSP,
unidos, com o nome de Oposições Coligadas.
Caravanas percorriam o interior do Estado em campanha eleitoral. E chega      a Lagoa de
Montanhas, município de Pedro Velho, um carro de praça. Dele desembarcam Aluízio Alves,
Moacyr Duarte, Inácio Meira Pires e o acadêmico de medicina Fernando Ezequiel Fonseca.
De um palanque improvisado tentam falar ao povo ali aglomerado, mas são impedidos,
ameaçados por capangas a soldo do chefe político loca. Esta ostensividade odienta
terminou com o assassinato do Sr. Aristides Hortêncio, correligionário das Oposições
Coligadas. A notícia trágica espalha-se depressa, radicalizando ainda mais a campanha, já
intolerante e violenta. E a oposição procurou tirar partido do incidente culpando o Governo
Estadual. Aluízio em comício na praça Pio XII, falando ao povo, dramatizava, segurando
pelas extremidades a camisa ensanguentada do amigo assassinado:
- E  Eu vi Aristides morrer!...
O interventor, impotente para conter os excessos da

POESIA POPULAR NORDESTINA

O VOTO DE CABRESTO:
Por: Primo Poeta.
 
Este é cria do nordeste
Solidez da eleição,
É também a sujeição
Do pobre Cabra da Peste.
Logo cedo, ele se veste,
Na melhor roupa que tem
No bolso, sem um vintém,
Vai dobrada a mesma foto,
Que garante o mesmo voto
Do cabresto de alguém.
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BRASIL - ELEIÇÕES 2014: QUEM AVISA AMIGO É...

 VENDER O VOTO É CRIME: 
POR PARTE DE  QUEM COMPRA...  E QUEM VENDE!

 O CASTIGO É: 
PELA LEGISLAÇÃO EM VIGOR...
E AINDA VAI QUEIMAR NO INFERNO!

Clique no link abaixo e denuncie:

CRIMES ELEITORAIS

POESIA POPULAR NORDESTINA

ALEGAÇÕES FINAIS (*) 

Exmo. Dr. Geomar Brito
Juiz da 6ª Vara Cívil de Natal
Dra. Olga Moreira Torquato
Signatária da peça inicial
O meu cliente Valdir
Perante a vocês aqui
Vai argumentar e aduzir
Seu arrazoado final.
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Finda a instrução processual
A empresa que move a ação
Não provou robustamente
A sua principal afirmação
De que o caminhão de Valdir
A quem represento aqui
Foi o causador da colisão.
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O boletim de ocorrência
Assinado da autoridade policial
Apenas narra a ocorrência
De forma superficial
Sem dizer expressamente
Quem deu causa ao acidente
No abarroamento transversal.
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Não cuidou, pois a Autora
De requerer a perícia
Confiando cegamente
No relato do cabo de polícia
Que na descrição da ocorrência
Não falou em negligência
Imprudência ou imperícia.
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O automóvel da Autora
Concorreu para a colisão
Pois na hora projetou-se
Para a frente do caminhão
Mas se tivesse ele dobrado
Com jeito teria evitado
Toda aquela confusão.
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O que tem na petição
E no boletim de ocorrência
Não demonstram precisão
Mas total incoerência
Querendo culpar Valdir
Para no final lhe atribuir
Toda a culpa e negligência.
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Deve ser considerada
A prova testemunhal
Vez que a mesma foi de viso
Pois estava no local
E tem força mais probante
Que o boletim vacilante
Do cabo policial.
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Não pode MM Juiz
O seu pedido prosperar
Houve culpa concorrente
Como acabamos de provar
E do modo como ocorreu
Cada parte, o prejuízo seu
Deve financeiramente suportar.
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(*) ALEGAÇÃO FEITA EM RIMA, PELO ADVOGADO POETA
EM UMA AUDIÊNCIA NA  6ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE NATAL - RN.

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Do livro: “DIREITO E POESIA” de autoria do advogado (e poeta) ADEBAL FERREIRA. Edição do Autor no ano de 2014.

ARRE ÉGUA!

ERRO DE LOCALIZAÇÃO